

O Hino da Lapinha foi escrito pelo violonista e compositor Jaime Zenamon para homenagear o spa e a natureza que generosamente acolhe os hóspedes que buscam reencontrar a sua essência na Fazenda Margarida.
Energia para transformar, energia para curar e para inspirar. As águas, o clima e o ritmo da Lapinha conquistaram Jaime Zenamonn, reconhecido compositor, autor do ballet “A Lenda das Cataratas do Iguaçu”. A obra – considerada por ele a mais importante de sua carreira – começou a ser gerada durante sua hospedagem na Lapinha.
Foi também no spa que ele e a esposa descobriram que milagres podem sim acontecer em nossas vidas. “Na Lapinha, conhecemos motivação para parar de fumar e foi também no spa que começou a cura ‘milagrosa’ de um tumor que foi diagnosticado na tireóide da minha esposa - hoje totalmente curada”, se emociona Zenamon.
Para ele, o local é o refúgio perfeito quando quer colocar as máquinas espiritual e física em ordem. Bem-humorado compara: “Se eu fosse um carro, a Lapinha seria a concessionária autorizada, onde faço minhas revisões de 5 mil quilômetros”.
Jaime Zenamon se identificou tanto com o que encontrou no spa que resolveu prestar uma homenagem com a linguagem que o consagrou – a linguagem musical. O compositor escreveu um hino à Lapinha. “O hino é uma homenagem a tudo isso, especialmente ao lago onde fiquei bastante inspirado para escrever o segundo movimento da peça. Espero que algum dia alguém resolva escrever a letra do terceiro movimento”. O desafio está lançado.